Perplexo
Dentro
de mim
Um
desassossego prevalece.
Simplesmente
não sei o que fazer
E
muito menos o que dizer.
Se
somos antíteses do pensamento,
Visões
paradoxais,
Amalgamadas
pelo acaso pueril,
Como
sem mais há onde não havia?
Se
nos seus deslizes imperceptíveis
É
exposto o que no âmago,
Sufocado,
é difícil esconder,
Diga-me
como poderia eu entender-lhe?
E,
enfim, o que sobra de mim
Nesse
calidoscópio forjado por nós
Não
é mais que uma saudade sincera
Amargada
em meu coração...
E
agora, mulher, que não paro de pensar em você?
Fernando Person
São Paulo,
01 de fevereiro de 2010
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